BARBARA MARIA TURCI

Quando penso na APAED, a primeira coisa que me vem à mente é a inesperada contribuição que este projeto teve para aspectos tanto da minha vida pessoal quanto acadêmica. Há quase 10 anos atrás, os motivos pelos quais comecei a jogar basquete envolviam o exercício físico e o lazer. Eu não podia imaginar que junto a isso, ao longo dos anos, eu iria aprender sobre caráter, amizade, para além do espírito de equipe, a me esforçar para conseguir o que quero e a não desistir diante de obstáculos. Perante as viagens, o time adversário, a quadra, a cesta e o público que assistia aos jogos, era refletida a força de vontade de um monte de meninas e de um treinador que podiam ter muitas diferenças, mas que escolheram a união. Certamente, essa foi a maior lição que aprendi na APAED: respeitar as diferenças e valorizá-las. Em Psicologia, que é o curso que agora, aos 20 anos de idade, estudo, a maioria dos estudantes se esforça para entender que o que é diferente, constrói e resulta em algo maior e melhor e, de todas as coisas que ainda tenho que aprender, essa é uma que eu já sabia, entendia e sentia.


















